quinta-feira, 30 de novembro de 2017

"A irreversibilidade do tempo" (...) 163







O tempo é uma constante, uma frequência assídua e absoluta em que a humanidade  estabelece uma relação  estreita que os une.

É indispensável esta “grandeza” que ao longo da historia civilizacional tem marcado de etapa em etapa, os primórdios dessa sua anterioridade que é transcendente, sendo certo que ele existiu primeiro que a humanidade, naturalmente.

O tempo é esta dimensão única por ser ele quem gera a vida da humanidade.

E com efeito, afirmamos que toda uma sincronia que é por si estabelecida  com a finalidade do controle dos domínios da vida do nosso Planeta.

No entanto, é na sua cadência que se desenrolam um rol de situações em que o cumprimento de certos actos e acções são orientados com vista a atingir a eficácia sobre os tempos e prazos estabelecidos.

É uma supervisão levada ao pormenor em que todas as situações lhe são reportadas, contudo a sua execução prática e a consolidação efectiva sejam elaboradas com o rigor que é exigido.

O tempo é “determinante” na vida da humanidade em geral e em particular na vida do indivíduo que racionalmente tem a faculdade de pensar, porquanto subsiste a noção de que o tempo é tão importante para si como o ar que se respira.

Esta realidade que o indivíduo absorveu a respeito do tempo, é responsável para o elucidar,  sobretudo pelo grande acervo de que é detentor do imenso tempo de vivência que o tempo tem, torna cada vez mais forte esta união.

É natural que indivíduo racional desenvolve uma crença em que acredita, não se podendo enganar a si próprio, assim desta forma ele não disfarça porque a sua escolha é assertiva, ele exerce um elo de ligação com algo que, por exemplo, no caso concreto:  esta "virtualidade" que é o tempo.

Porquanto, desde os tempos longínquos que tem memória, constatou que o tempo é uma referência aquele que está sempre (...), como ele e os demais a humanidade em geral age desta mesma forma.

Cedo descobriu, que ele não vive isolado, existe um "outro mundo", sobrenatural, onde outras grandezas se destacam: como sol, esta dualidade que apresenta de um lado a noite, trevas e escuridão e do outro lado o Sol radiante decorrente da sua intensidade, quando o seu ponto imaginário atinge o auge, pelas fortes irradiações, e ainda o conjunto das estrelas que formam constelações da esfera celeste, etc.

Com efeito, a realidade em como observa tudo ao seu redor, foram evidentes que distinguiu parâmetros, cujo princípio foi possível estabelecer uma nova visão.

Contudo, não se inteirou somente das diferenças entre umas e outras, mas valorizando  a "beleza" sobrenatural de toda a composição decorrente da infinidade da sua especificidade onde estamos inseridos neste  presente tempo que o possibilitou ter outra percepção do mundo global em que vivemos. 


Na expectativa de puder deixar mais algumas considerações sobre o nosso tema a “irreversibilidade do tempo”, fizemos desta forma. António Cardoso

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

"A irreversibilidade do tempo (...) 295





O tempo que se vive é exclusivo para a pessoa em particular, porque dele depende à sua vigência enquanto "tempo de vida", que se traduz num "espaço temporal limitado" que será o seu ciclo de vida.

Uma permanência de "tempo de vida", como se de uma estadia se tratasse, é o que acontece a "vida humana" condicionada à sua efemeridade, por um lado.

Por outro lado, condicionada ainda a viver uma "vida material" num corpo matéria, perecível susceptível à corrupção pelo fenómeno da matéria, face a sua constituíção orgânica de que assim é formado.

Dessa realização como "vida material" sendo portanto única que determinada pessoa experimenta, porque é um imperativo vivê-la, uma vez que submetidos ao actual mundo material, onde vivemos, esta obrigatoriedade é um "dilema" e uma verdade irreversível.


Assim, é muito mais do que uma realização no sentido mais lacto do termo, quer pessoal ou profissional, porque este objectivo implícito de "viver" não se trata apenas de alcançar a felicidade.

Vai muito mais para além (...),  é tão somente uma realização,  mas também uma relação estreita com a "vida que se vive", como é que ela se desenrola, se harmoniosamente, ou não, necessariamente com alguns esforços despendidos no sentido de satisfazer pela sensação e o prazer que traz a vida, pelo sucesso da mesma.

Um longo caminho que se percorre todos os dias, em que corremos, como se "um novo dia", contudo desiguais, que se renova insistentemente impregnados com sonhos e realidades, afazeres e obrigações, que se expressam na satisfação da concretização de alguns anseios e desejos, percepções ou pretensões.

No entanto, uma questão fundamental interpela-nos, pela qual determina os nossos actos e acções, porque sabemos que a "vida material", não nos levará uma felicidade plena, mas sim superficial, que é motivada por um rol de situações que acontece, sucessos e fracassos, frustrações, decepções ressentimentos e alegrias, etc.

Como substracto, a nossa existência física, de que somos formados organicamente o fundamento essencial da vida humana, é natural que se procure a compreensão desta "vida material", que se vive e que termina inevitavelmente.

É verdade de que afinal a espécie humana vive de facto uma "vida material", que é experenciada no actual mundo global onde vivemos, de que a humanidade está ciente desse pressuposto.

Contudo a especificidade humana para além desta componente material, ela possui uma vertente "sobrenatural", que se trata da alma, espírito.

Curiosamente por não termos a experiência desta vivência do "sobrenatural", como temos a da "vida material" de que a humanidade exercita todos os dias, pela materialização desta realidade (...).

Porquanto, existe a incompatibilidade do actual nosso mundo material conhecer dos "contornos" da "vertente sobrenatural", que é concretamente alma,espírito, por ser diametralmente oposto ao nosso mundo material. 

Assim na expectativa de que o nosso discurso possa deixar mais algumas considerações sobre o tema a "irreversibilidade do tempo", fizemos desta forma. António Cardoso.